quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

TV NOVO TEMPO O CANAL DA ESPERANÇA - CANAL 48 (UHF)





 VIVE SEM ESPERANÇA? COM MEDO DO QUE SERÁ DE VOCÊ EM UM FUTURO PRÓXIMO?
 ACREDITA QUE TUDO ESTÁ PERDIDO E SEM SOLUÇÃO?
 ENTÃO SINTONIZE NO CANAL 48 (UHF) 
 TV NOVO TEMPO - O CANAL DA ESPERANÇA.

O Apelo do Natal

 
Este mês temos o Natal. Assim dizendo, queremos nós dizer que Cristo nasceu a 25 de dezembro? Não. Em verdade, sabemos que não.













O Natal, porém, não é uma data; é um acontecimento — o maior acontecimento que já teve lugar. O haver Cristo nascido a 25 de dezembro ou em qualquer outra data, não importa. O fato indiscutível, é: Ele nasceu. O eterno Filho de Deus velou o ofuscante esplendor de Sua divindade, e tomou sobre Si a carne humana. Ele, o Criador, tornou-Se o Infante da manjedoura de Belém. Deus revestido de humanidade, fêz Sua aparição neste mundo hostil, pronto a arriscar tudo para salvar a humanidade perdida.
Que noite, aquela para a Terra!

Estranho, no entanto, nem mesmo os dirigentes do povo escolhido deram as boas-vindas ao Cristo infante. Estavam demasiado atarefados com suas cerimônias e ritos, suas rotinas espirituais. Eram demasiado rígidos em seus conceitos quanto à maneira porque o Messias devia vir. Que Ele pudesse nascer em um estábulo, estava fora de qualquer possibilidade.
Mas se bem que a nação judaica ignorasse seu Rei, o nascimento de Cristo não passou desapercebido. Diz a Escritura: “E tendo nascido Jesus em Belém da Judéia , no tempo do rei Herodes, eis que uns magos vieram do Oriente a Jerusalém, dizendo: Onde está Aquele que é nascido rei dos judeus? porque vimos a Sua estrela no Oriente, e viemos a adorá-Lo.” “E , entrando na casa, acharam o Menino com Maria Sua mãe, e, prostrando-se, O adoraram; e, abrindo os seus tesouros, Lhe ofertaram dádivas: ouro, incenso e mirra.” S. Mat. 2:1, 2 e 11.
Esses visitantes do Oriente são chamados “magos”. Eram homens de nobre nascimento, profundos estudiosos da Natureza. Todavia, ao estudar as indicações da Providência na Natureza, sentiram a necessidade de mais claro conhecimento do Eterno. E, em sua busca da verdade, volveram-se às Escrituras dos hebreus. Ali aprenderam que o primeiro advento do Salvador estava próximo.
Uma noite viram eles no céu uma estrela de brilho incomum. Sendo estudiosos dos corpos celestes, sabiam que esta luz brilhante não era uma estrela fixa ou um planeta. Nela reconheceram um arauto do Prometido e, instruídos por sonhos, puseram-se a caminho do Ocidente, viajando de noite a fim de manter de vista a estrela.

Ao encontrarem afinal o Menino, caíram de joelhos e O adoraram. ”Através da humilde aparência exterior de Jesus, reconheceram a presença da Divindade. Deram-Lhe o coração como a seu Salvador, apresentando então suas dádivas — ‘ouro, incenso e mirra’.”— O Desejado de Todas as Nações, pág. 44.
O admirável exemplo dado por esses inteligentes pensadores tem sido seguido por milhões nos 1.900 anos passados. Como esses Magos, multidões têm aceito a Jesus como a Pérola de grande preço, Aquele que é totalmente desejável. Conquanto não sejam sábios segundo as normas do mundo, manifestaram uma sabedoria nascida do alto. E hoje, como os três nobres da antigüidade, sábios ainda seguem a Cristo. Seguem-nO em humildade, sendo bondosos, cheios de coragem, honestos, abnegados.
E os sábios de hoje — como os três de outrora — encontram sua suprema alegria em dar ao Mestre os melhores dons que possuem. Não prodigalizam a si próprios os seus tesouros, cerrando egoistamente o coração às misérias da humanidade. Mas dão, primeiro a si próprios, depois os seus recursos — para que outros sejam beneficiados.
Infelizmente, o Natal no século vinte se tem tornado inextrincavelmente associado ao comercialismo. Todas as lojas, mercearias e casas comerciais de toda espécie, tomam galas de Natal um ou dois meses antecipadamente.

Amemo-Lo

Mas nem todos deram a Cristo um lugar secundário no Natal. A.N. Meckel conta a história de um meninozinho que foi visto entrar várias vezes na igreja num Dia de Natal. Ao sair dali o pequeno, depois de uma de suas visitas, um bondoso sacerdote perguntou:
— Que dádiva pediu você ao Menino Jesus?
— Oh, respondeu o pequenino, eu não pedi nada a Ele. Eu só estava ali  para amá-Lo um pouco.
Oxalá que todos nós passássemos nesse dia algum tempo a “amá-Lo um pouco”! É esse o poderoso apelo do Natal — que os homens ponham de lado sua ganância, seus ódios, seu orgulho, a tirania das más paixões — e amem o Filho de Deus porque Ele é tão maravilhoso! Se tão somente os dirigentes seculares e religiosos do mundo se pudessem reunir humildemente em torno da manjedoura! Paz e amor lhes encheriam o coração enquanto, juntos, adorassem o Infante Redentor.
Que lástima que isto não acontece. Muitos dos dirigentes do mundo não têm lugar para o Salvador na hospedaria de seu coração. Nem mesmo o povo comum de certas terras se reunirá nesse dia para adorar o Menino de Belém. Não podem fazê-lo, porque mais de um bilhão dos habitantes da Terra ainda não ouviu a história do Natal. Que tragédia!
Conta-se que um colportor na parte norte da índia, enquanto visitava uma família, contou a história do nascimento de Cristo, depois leu-a da Escritura. Enquanto ele assim fazia, um dos interessados ouvintes perguntou:
— Quanto tempo faz que o Filho de Deus nasceu aqui na Terra?
— Cerca de 2.000 anos, respondeu o missionário.
— Então, quem tem estado a esconder este Livro por todo este tempo? indagou o aldeão.
Compreendemos quão vazia seria nossa existência se, como esses indianos, estivéssemos sem Jesus. E avaliamos que vazio haveria no mundo do espírito e da mente caso não tivesse havido o primeiro Dia de Natal? No mundo da música, não haveria nada dos grandes hinos da fé cristã. Nem canções de Natal. Nem o Messias de Händel!
Que dizer do mundo da literatura? Não teríamos o Novo Testamento. Nem livros como O Desejado de Todas as Nações. Nem revistas religiosas destinadas a levar aos outros as gloriosas novas da salvação. E, no mundo da arte, nada de pinturas representando o Infante de Belém, nem quadros da Santa Ceia, nem cenas do Salvador no Getsêmani ou na cruz.
Oh, quão frio e quão vazio seria nosso mundo sem Cristo e o calor que Ele nos traz! Nós, de terras cristãs; temos sido grandemente abençoados. Mas ao compreendermos que dois terços da população do mundo ainda estão sem Cristo, podemos nós ficar contentes? Os pacotes que hoje abrimos podem estar envoltos em papéis estampados e atados com fitas de vivas cores; mas o maior dos Dons que já foi feito, estava envolto em faixas. Assim, neste Dia de Natal, não faremos uma nova consagração de nossa vida, nosso tempo, nossos recursos, para que a Estrela de Belém brilhe nas trevas egípcias de nossos dias, guiando sábios de todas as nações ao Salvador?

Texto de autoria de Kenneth H. Wood, publicado na Revista Adventista de Dezembro de 1961.

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Alejandro Bullón – Áudio







Sermões do Pastor Alejandro Bullón, apresentados na Rádio Novo Tempo. Para ouvir os áudios, basta clicar sobre os links abaixo:



01. O Segredo do Poder de Jesus
02. A Entrega de Jesus
03. A Promessa Extraordinária
04. O Segredo da Morte (Lázaro)
05. A Conversão de Paulo I
06. A Conversão de Paulo II
07. A Glória que Ilumina a Terra
08. A Parábola do Semeador
09. A Luz da Palavra de Deus
10. Refúgio e Fortaleza
11. Crescendo no Reino de Deus
12. Crescendo em Deus
13. Tirai a Pedra (Lázaro)
14. Produzindo Frutos em Jesus
15. Conhecimento do Evangelho
16. O Verbo se fez Carne
17. Aceitando o Chamado
18. A Mulher Sírio-Fenícia
19. Casamento em Caná
20. No Tanque de Betesda
21. Pedro e Jesus na Praia
22. Estratégias do Inimigo
23. Genealogia de Jesus
24. Conversão (Falcão Alegre)
25. Perdidos e Achados
26. Separação devido ao Pecado
27. Tenho Sede !
28. Volta de Jesus. Quando?
29. Esta Consumado !
30. Perdido Dentro da Igreja
31. Poderia Não Amá-lo?
32. Milagres Não se Explicam
33. Convivendo com um Lobo?
34. É Possível ser Perfeito?
35. Que Farei para ser Salvo?
36. Por que ser submisso a Deus?
37. O Filho Pródigo
38. Apocalipse (parte 1)
39. Apocalipse (parte 2)
40. Apocalipse (parte 3)
41. A trajetória de Israel (1)
42. A trajetória de Israel (2)
43. A trajetória de Israel (3)
44. A trajetória de Israel (4)
45. A trajetória de Israel (5)
46. A trajetória de Israel (6)
47. A trajetória de Israel (7)
48. A ação do diabo na Terra
49. O Grande Conflito na Terra
50. Nova Terra
51. Felipe e o Eunuco
52. A saída de Abrão de Ur
53. Abrão no Egito
54. O dono da vinha
55. Talentos
56. Pedro é Interrogado
57. O semeador

Reflexão para este Natal














Vindo, porém, a plenitude do tempo, Deus enviou Seu Filho, nascido de mulher.” Gálatas 4:4

A aproximação das comemorações do Natal nos faz lembrar de que um dia Jesus nasceu entre nós como um menininho tão frágil e indefeso como qualquer outro. Jesus teve de vir a este mundo para nos resgatar porque, quando nossos primeiros pais pecaram, separaram-se de Deus e perderam a vida eterna a que estavam destinados. Passaram a ser mortais, característica que transmitiram a sua descendência, juntamente com a rebeldia natural contra Deus.
Apesar disso, mesmo com a humanidade caída em pecado, Deus não nos abandonou às conseqüências da infeliz escolha: antes mesmo que o triste casal saísse do jardim do Éden, prometeu enviar o Salvador para restaurar a ligação rompida pelo pecado.
O tempo foi passando, e o Salvador prometido não vinha. De quando em quando Deus designava algum profeta para trazer mensagens de encorajamento ao Seu povo. Os profetas continuaram anunciando a vinda do Salvador, dando detalhes preciosos da Sua vida, da Sua missão, e até mesmo do tempo do Seu surgimento.
Ele nasceria em Belém de Judá, um vilarejo insignificante, e nasceria de uma virgem.
Assim, foram dadas, uma a uma, todas as informações necessárias para que o Povo de Deus reconhecesse o seu Salvador, quando Ele surgisse.
Até mesmo a época em que Ele Se manifestaria foi predita; seria no início da última das 70 semanas de anos da profecia de Daniel 9:24-27.
Mesmo com tantos detalhes, o povo de Deus não estava preparado para receber o seu Salvador. Veio para o que era Seu, mas os Seus não O receberam. João 1:11.
Hoje vivemos num tempo histórico diferente, mas, como nossos irmãos do final do Antigo Testamento, também aguardamos a vinda de Jesus. Como já ocorreu no passado, recebemos muitas informações que nos permitem conhecer o propósito da vinda de Jesus. Na primeira vez Ele veio como nosso Redentor e servo, para dar a Sua vida em resgate pelos pecadores. Agora Ele virá como Rei dos reis e Senhor dos senhores, para retribuir a cada um conforme as suas obras (Apoc. 22:12).
Na primeira vez o tempo do seu nascimento pôde ser calculado, e até o ano do início de Seu Ministério foi revelado pela profecia. Agora, abundantes sinais indicam a proximidade do tempo, mostram que Jesus está prestes a voltar, mas o dia e a hora nos foram encobertos.
Na primeira vinda de Jesus o povo de Deus não estava preparado. Não porque lhe faltassem informações, mas porque negligenciou o próprio preparo. Agora, o próprio povo de Deus parece mais distraído com os sinais da volta do que propriamente com Quem vai voltar…
Por quê?
Estaria o povo de Deus intoxicado com tantos sinais?
No passado, os judeus se viam como superiores aos demais povos porque, segundo pensavam, só eles eram o povo de Deus. A salvação era para eles, e todos os demais estavam destinados à perdição eterna. Guardaram o Evangelho para si, e não pregaram para os demais povos. Passaram a ver e tratar o Deus do Universo como se fosse um simples deus nacional. O resultado foi que a sua fé, que no passado havia sido viva e vibrante, que no passado havia sido frutífera, secou e apodreceu. Eles não perceberam uma coisa muito importante: fé que não se compartilha morre, definha, apodrece.
Como fez o povo de Deus no passado, estaria o povo de Deus de nossos dias cometendo o mesmo erro? Como povo, não estamos levando a sério como deveríamos a nossa missão de evangelizar o mundo. Como povo, deveríamos estar muito mais envolvidos no testemunho do Evangelho eterno a cada nação e tribo, e língua e povo. Como povo, deveríamos estar muito mais comprometidos com anunciar o Juízo de Deus ao mundo que não crê no Criador, e chamar todos para adorar aquEle que fez o céu, e a terra, e o mar, e as fontes das águas. Como povo, deveríamos estar completamente comprometidos com as três mensagens de Apoc. 14.
Deveríamos estar anunciando a queda doutrinária e moral de Babilônia, da confederação ecumênica e apóstata.
E por que não estamos?
Por que não fazemos o que Deus nos mandou fazer?
Seria por não estarmos bem organizados para a missão?
Por certo que não!
Estamos muito bem organizados para levar nossa mensagem ao mundo inteiro, que tem de ser advertido de que Jesus vai voltar. Que tem de ser advertido de que o juízo de Deus já começou. Que tem de ser advertido sobre a queda moral e doutrinária de Babilônia, e as pessoas sinceras que ainda estão lá devem ser chamadas a sair para não serem cúmplices dos seus pecados e não serem participantes dos seus flagelos. (Apoc. 18:4).
Então, por que não cumprimos nossa missão?
Porque, como Jesus disse em Apoc. 3:16, muitos de nós são mornos, muitos de nós estão conformados com o que têm, e vivem como se fossem passar a eternidade aqui…
Jesus diz que muitos de nós pensam ser ricos e abastados, e que não precisam de coisa alguma, mas nem sabem que são infelizes, miseráveis, pobres, cegos e nus. (Apoc. 3:17).
É uma triste situação, a de pessoas que pensam estar salvos, pensam estar com tudo, mas na realidade estão perdidas. Mas mesmo para esses ainda há esperança.
Jesus lhes diz: Aconselho-te que de Mim compres ouro refinado pelo fogo para te enriqueceres, vestiduras brancas para te vestires, a fim de que não seja manifesta a vergonha da tua nudez, e colírio para ungires os teus olhos, a fim de que vejas. Apoc 3:18.
Jesus oferece o ouro da fé nEle aos que crêem em si mesmos. Oferece as vestes brancas da Sua justiça aos que se apóiam em justiça própria, em justiça sem valor. E oferece o colírio do Espírito Santo para que cegos espirituais realmente vejam.
E Ele ainda avisa: Eu repreendo e disciplino a quantos amo. Sê, pois, zeloso, e arrepende-te. (Apoc. 3:20).
Deus é um Pai amoroso que coloca Seus filhos errantes no caminho do bem; se quiserem andar com ele, encontrarão a salvação. Jesus ainda faz um convite com promessa: Eis que estou à porta, e bato; se alguém ouvir a Minha voz, e abrir a porta, entrarei em sua casa, e cearei com ele e ele Comigo.
Na primeira vez em que veio a este mundo, Jesus veio na plenitude do tempo. Já se passaram quase dois mil anos desde que Jesus subiu aos Céus, e estamos vivendo noutro tempo profético, noutro tempo histórico.
Todos os sinais que nos foram dados para conhecer o tempo da volta de Jesus já aconteceram, ou estão acontecendo em nossos dias.
É evidente que estamos nos aproximando rapidamente de outra “plenitude do tempo”.
Os antigos perderam a oportunidade de encontrar Jesus, quando lhe foi oferecida. A mesma oportunidade está diante de nós, justamente agora.
O resultado do cumprimento da missão da Igreja será dado pela soma dos testemunhos individuais de cada membro, você e eu incluídos, dirigidos pelo Espírito Santo.
Mais ainda: só estará pronto para encontrar-se com Jesus quem se envolver ativamente no testemunho do Evangelho eterno.
Por isso é importante, por isso é crucial tomar uma decisão agora.
Como você está se preparando para receber Jesus?
Saiba que para um acontecimento tão importante você não pode preparar a si próprio, mas o Espírito Santo fará isto, se você desejar e permitir.
Este preparo é agora. Ouça a voz do Espírito Santo:
Hoje, se ouvirdes a Sua voz, não endureçais os vossos corações. Heb. 4:7
Tanto como Igreja como crentes individuais, temos um compromisso com a volta de Jesus: E este Evangelho do Reino será pregado em todo o mundo, para testemunho a todas as nações, e então virá o fim. Mateus 24:14.
Há dois mil anos passados Jesus veio para o Seu povo e foi rejeitado. Em Belém não havia lugar para Ele, precisou nasceu num estábulo de animais. Hoje estamos muito próximos do dia em que Ele voltará para buscar aqueles pelos quais morreu. Como da primeira vez, muitos irão rejeitá-lO. À custa da sua própria vida eterna, irão rejeitar seu amoroso Salvador.

Não esteja entre os que O rejeitarão outra vez.

Renove agora seu concerto com Deus.

Renove agora. Não deixe para depois.

Renove agora. Você não sabe se haverá depois.